Dispensável

Nascido no outono

Archive for the ‘futilidade’ Category

O Grupo Baader Meinhof

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baader cartazJá faz algumas semanas que assisti ao filme “O Grupo Baader Meinhof” com um amigo no Rio. É um longa bem longo (ha-ha!) alemão, que foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro este ano. Eu confesso que não sabia patavina sobre esse grupo antes. Santa ignorância! Mas é pra isso que existem livros e filmes. Viva!

E aí fiquei sabendo que existiu esse grupo terrorista alemão, formado em 1970 e dissolvido em 1998 (tipo ontem, né?). A organização na verdade se chamava Facção Exército Vermelho (em alemão, Rote Armee Fraktion ou RAF), mas foi apelidada pela imprensa de Baader Meinhof – sobrenomes do revolucionário Andreas Baader e da jornalista Ulrike Meinhof, os participantes mais notáveis. O grupo condenava o modo capitalista que se desenvolvia na República Federal da Alemanha e acusava o governo de dar continuidade ao Estado nazista. Era uma organização de guerrilha urbana, de extrema esquerda, e é claro que eles tacaram fogo em prédios, sequestraram, assassinaram, foram presos, fugiram da prisão, voltaram pra cadeia, foram à julgamento, e blá blá blá (nada de spoilers por aqui, já que você leitor também pode não saber nada né?). O curioso é que muitos simpatizavam pelos ideais da RAF e iam nos julgamentos aplaudir os revolucionários.

Dia desses estava skypando com minha amiga alemã e ela me contou que até hoje tem uma galerinha lá que é admiradora do grupo. O assunto é bem polêmico lá e rendeu bastante em 1994, quando Irmgard Möller, remanescente do grupo, foi libertada por razões médicas.

Mas olha, quem pensa que eu vou ficar fazendo análises históricas/filosóficas/sociológicas/ whatever sobre o grupo está muito enganado. Dá pra saber muita coisa aqui. E quem acha que vai ler resenha minha sobre o filme também se deu mal. É que uma coisa que me chamou muita atenção foi a presença de várias mulheres terroristas no grupo. Como elas eram bonitas, se vestiam bem, tinham estilo! Fiquei encantada com as roupas e maquiagens (sou fútil, ok??)! Saí do cinema querendo ser uma terrorista alemã da década de 70 (Vishe, será que eu posso ser presa por falar isso? Gente, é brincadeira, juro! Sou da paz! Pronto, não me prendam!!!).

Se liguem no estilo:

Imagina ser perseguida com esse casaco!

Imagina ser perseguida com esse casaco!

Atirando com estilo

Atirando com estilo

Fuzilando com mais estilo ainda!

Fuzilando com mais estilo ainda!

Maquiagem pra aterrorizar

Maquiagem pra aterrorizar

Written by Mari

August 28, 2009 at 2:07 am

Magrelas chics

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Eu queria ter uma bicicleta em todas as cidades que eu visitasse. Acho que a melhor forma de conhecer um lugar – quando o relevo permite, é claro – é na companhia de uma magrela. Agora a confissão: eu não tenho uma bike! E a explicação: moro (ainda) em Belo Horizonte. A geografia da cidade não permite a utilização da bicicleta como meio de transporte. E ainda tem o problema de disputar espaço com os carros, pois não há ciclovia (nem mesmo em praças e em volta da Lagoa da Pampulha existem espaços adequados para os ciclistas). É raro ver alguém andando pelas ruas daqui sobre duas rodas. Triste, mas é a realidade. Sempre penso que quando me mudar daqui pra algum lugar mais plano eu vou logo comprar minha bicicleta.

E aí que dia desses uma amiga me passou um site que eu achei coisa linda de deus, quase chorei. É o Copenhagen Cycle Chic, que foi criado por um jornalista chamado Mikael Colville-Andersen. Ele resolveu registrar para a posteridade imagética a vida na capital da Dinamarca, que é também a capital mundial do ciclismo. E eu bem achava que esse título era de Amsterdã. Vivendo e aprendendo.

Uma das coisas retratadas pelo Mikael (best friend forever, vou chamar de Mika próxima vez) era como tinha gente que inventava moda com a bicicleta, seja incrementando a própria magrela, seja no jeito de se vestir pra pedalar. Ok, eu entendo que é realmente mais confortável colocar uma roupa de ginástica pra andar de bike. Mas não necessariamente precisamos fazer exercício físico pesado ao pedalar. Existe o “pedalar pra passear”, ou mesmo pra se deslocar, ir de casa pra faculdade, pra casa de um amigo, etc e tal. E é aí que eu super apoio o “cycle chic”. E o Mika (haha) acabou descobrindo que existe um pessoal realmente interessado na cultura do ciclismo, e mais ainda, na história da moda estudada a partir da bicicleta.

No blog tem principalmente fotos de Copenhagen e algumas pessoas ao redor do mundo também podem mandar seus cliques. Pra que tem preguiça de abrir os links, alguns exemplos:

Olha que luxo o sapato. E a bicicleta é pheena também!

Não recomendo o modelito no Brasil

Chic em Londres

Essas foram publicadas numa revista, é da Gemma Booth. Quantas cores!

Agora fica a pergunta no ar… Mando pro Mika a foto “eu e minha bicicleta amarela em Amsterdã”?

Tô chic o suficiente?

Written by Mari

February 7, 2009 at 2:09 am

Fútil

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Enquanto tem gente trabalhando à beça neste final de ano, tem pessoas por aí gastando o tempo com futilidades.

Written by Mari

December 20, 2008 at 2:52 pm

Da série: sou fútil!

with 6 comments

 

Quero este vestido

Quero este vestido

 

E este

E este

 

Este também

Este também

 

E mais este

E mais este

 

Ah, e quero ele também! Com a torta, por favor!

Ah, e quero ele também! Com a torta, por favor!

Written by Mari

October 21, 2008 at 5:41 pm

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